Pedra Grande, Lago do Major, museus, igrejas do século XVIII, trilhas na Serra do Itapetinga, a Festa de Flores e Morangos e o voo livre: um guia para montar o seu roteiro em Atibaia, de um bate-volta a um fim de semana inteiro.
A laje de granito de 1.418 metros que aparece de quase todo canto de Atibaia é protegida por lei desde 2010. Veja como chegar pela estrada ou pelas trilhas, o que é proibido lá em cima e por que vale mirar o fim de tarde.
São mais de 10 mil hectares de Mata Atlântica entre Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Mairiporã e Nazaré Paulista. O parque estadual criado em 2010 guarda nascentes do Sistema Cantareira, onça-parda e a trilha mais conhecida da cidade.
Antiga fazenda de café e carvão, a Grota Funda virou um dos trechos mais preservados da Serra do Itapetinga. O parque municipal recebe no máximo 30 visitantes por dia, só com agendamento. Saiba como marcar e o que esperar das três trilhas.
Lago com torre de pedra, pontes em arco, pedalinhos, um museu de animais taxidermizados e o pavilhão que recebeu por muitos anos a Festa de Flores e Morangos. O Parque Edmundo Zanoni começou como clube de campo nos anos 1930 e leva o nome de um agrimensor que virou prefeito.
Dentro do Parque Edmundo Zanoni, um museu nascido da coleção de um biólogo taxidermista reúne cerca de mil animais, a maioria aves, além de ovos, crânios, pedras e peças vindas de cinco países. Veja o que observar e como planejar a visita.
Uma barragem no Rio Atibaia, erguida nos anos 1920 com terras doadas e dinheiro emprestado, levou luz a Atibaia e às cidades vizinhas. A usina parou em 1970, mas a represa ficou, deu nome a um bairro e hoje é uma área de proteção ambiental.
Antes de ser cidade, Atibaia era um rio. Ele nasce em Bom Jesus dos Perdões, da água que sai do Sistema Cantareira, corta o município, enche a torneira de três em cada quatro moradores e segue 165 quilômetros até virar o Piracicaba.